quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Cachaça movimenta turismo regional no País.

Foto: Divulgação/ Junia Mortimer. Em Minas Gerais, a bebida inspirou a criação do Circuito Turístico da Cachaça.
Link: http://www.brasil.gov.br/turO Dia Nacional da Cachaça é celebrado nesta terça-feira (13). Além de ser uma das bebidas mais populares do Brasil, ela também movimenta o turismo em algumas regiões do País. Obtida com a destilação do caldo de cana-de-açúcar fermentado, o produto é considerado patrimônio histórico e cultural.
O Nordeste e alguns Estados do Sudeste são fortes na produção da bebida. E diferente do que alguns pensam, a cachaça pode ser branca ou amarelada e pode ou não passar por barril de madeira. Em Cidades como Paraty (RJ) e Salinas (MG) têm vários alambiques onde é feita a produção artesanal da bebida.

Em Minas Gerais, a bebida inspirou a criação do Circuito Turístico da Cachaça, lançado há apenas três meses, que reúne cinco municípios– Salinas, Taiobeiras, Rubelita, Fruta de Leite e Indaiabira. Ambos são responsáveis pela produção de cerca de 70 rótulos da bebida tipicamente mineira, incluindo a Havana, considerada uma das melhores do mundo e que tem sua produção totalmente artesanal.

Museu da cachaça - De acordo com a Associação de Produtores Artesanais de Cachaça de Salinas (Apacs), somente a cidade de Salinas é responsável pela produção de cerca de 56 rótulos da bebida. A cidade abriga um museu com 2.200 garrafas e 60 marcas produzidas. 

Em Betim (MG), o alambique e parque ecológico Vale Verde também recebe visitas. No local, há também um museu da cachaça com 2 mil exemplares de cachaça de diferentes marcas, e o turista pode conhecer o processo de produção da bebida. 

Fonte: Portal Brasil, com informações do MTurismo/2016/09/cachaca-movimenta-turismo-regional-no-pais

segunda-feira, 27 de junho de 2016

São Gonçalo/RJ. Inaugura escola pública de dança.

Escola Municipal de Dança Claudio Rodrigues de Mattos terá aulas gratuitas de ballet clássico e cursos livres de jazz, zumba, sapateado e dança contemporâneaThiago Louza/Prefeitura de São Gonçalo

Paulo Virgílio - Repórter da Agência Brasil.
Segundo município mais populoso do Rio de Janeiro, atrás apenas da capital, São Gonçalo, com mais de 1 milhão de habitantes, ganhou hoje (27) seu primeiro equipamento cultural dedicado ao ensino da dança.

Localizada no bairro Porto do Rosa, a Escola Municipal de Dança Claudio Rodrigues de Mattos foi concebida para ser um espaço de formação, com aulas gratuitas de balletclássico e cursos livres de jazz, zumba, sapateado e dança contemporânea.

O nome da escola homenageia o cantor Claudio Rodrigues de Mattos, mais conhecido como Claudinho, que fazia dupla com Buchecha. Nascido em 1985 em São Gonçalo, Claudinho iniciou sua carreira em bailes de rap e funk da cidade. Claudinho morreu em julho de 2002, em um acidente de trânsito.

Aberta a crianças e jovens de 6 a 21 anos, a escola começou a receber inscrições para as turmas de ballet preparatório, preliminar infantil, básico e médio há cerca de dois meses. Os cerca de 500 já inscritos passarão por um processo seletivo com os bailarinos e coreógrafos que darão as aulas, a partir de agosto.

Espaço
Um diferencial da escola, que é mais um equipamento da Fundação de Artes de São Gonçalo (Fasg), é a possibilidade de companhias e artistas da cidade agendarem ensaios e apresentações gratuitas nos fins de semana. De acordo com o presidente da Fasg, Ronaldo Anquieta, a dupla função do espaço é parte da política cultural do município.

“A fundação é a instituição encarregada de fomentar a cultura em São Gonçalo e atua em duas linhas de trabalho, uma de formação e a outra de realização de eventos. Nossa proposta é implantar pelo menos um equipamento multicultural em cada distrito, para facilitar o acesso da população”, disse. Segundo Anquieta, a escola é a primeira unidade pública voltada para a dança não só de São Gonçalo, mas de toda o chamado leste metropolitano fluminense, que engloba também os municípios de Niterói, Itaboraí, Magé, Maricá, Rio Bonito, Tanguá e Cachoeiras de Macacu.

Aos fins de semana, companhias e artistas da cidade poderão agendar ensaios e apresentações no espaçoThiago Louza/Prefeitura de São Gonçalo

Com uma verba anual de R$ 2 milhões, a Fasg administra outros cinco equipamentos culturais: o Teatro Carequinha, cujo nome homenageia o famoso palhaço brasileiro [George Savalla Gomes (1915-2006)], que morou durante toda a vida em São Gonçalo; a Casa das Artes, o Espaço Múltiplo Cultural, a Lona Cultural Lídia Maria da Silva, e a Escola de Música Pixinguinha. Em parceria com o Itaú Cultural, a prefeitura está construindo o Teatro Municipal, com inauguração prevista para este ano.

Superintendente da dança da fundação, Karen Ramos espera que a nova unidade se torne uma referência na formação de dançarinos. “A escola será de grande importância para os artistas da cidade, que muitas vezes migram para outros municípios para se qualificar”, destacou.

Edição: Luana Lourenço

domingo, 19 de junho de 2016

Dança do Maculelê do Ponto de Cultura de Bacabal é selecionada pra participar do "arraial do Maranhão" em São Luís.

Foto - Antonio dos Reis Machado (Mestre Pinta).
A Associação de Capoeira Zâmbi/Ponto de Cultura: Capoeira, Ações da Nossa Identidade Cultural, foi selecionada entre outras tantas instituições culturais do Maranhão para participar da programação cultural do Arraial do Maranhão de todos nós, diga-se de passagem com uma das maiores pontuações conforme preconizava as regras do Edital de Seleção.

Foto - Antonio dos Reis Machado (Mestre Pinta).

A nossa participação no Arraial do Maranhão, será com a Dança do Maculelê, nos dias 23/06, no Viva do Bairro João Paulo e no dia 29/06,e, no Largo de São Pedro, Bairro Areinha, São Luis-MA.
 
Foto - Antonio dos Reis Machado (Mestre Pinta).
Do Município de Bacabal credenciados, foram selecionados 04 nomes: Destes 04 nomes, ficaram 01 Show Musical, 02 Quadrilhas e o Maculelê do Ponto de Cultura de Bacabal.

Enfim, parabenizamos os contemplados e lamentamos os que foram credenciados mas não selecionados, e também por alguns que não foram listados no credenciamento e misteriosamente apareceram na lista de selecionados de uma hora para outra.
 
Foto - Antonio dos Reis Machado (Mestre Pinta).
HISTÓRICO DA A.C.Z., GESTORA DO PONTO DE CULTURA: CAPOEIRA, AÇÕES DA NOSSA IDENTIDADE CULTURAL.

A Associação de Capoeira Zâmbi foi criada formalmente no dia 23 de Fevereiro de 1988.

A instituição surgiu inicialmente a partir da criação de um grupo de capoeira, formado por garotos de rua e seu instrutor, o Sr. Antonio dos Reis Machado, hoje conhecido pela alcunha de Mestre Pinta.

O grupo fora formado em 1985, e na época, era intitulado: Grupo de Capoeira Escravos Bantos de Angola. As oficinas de capoeira, aconteciam em um terreno baldio nas proximidades do bairro Parque Amazonas, onde hoje está situado a UEF. Frei Solano.
 
Foto - Antonio dos Reis Machado (Mestre Pinta).
Neste espaço as oficinas aconteciam em dois horários: No horário matutino das 5 às 6hs da manhã e no turno vespertino das 16 às 17:30hs. No horário matutino, o Professor Antonio dos Reis Machado saia recrutando os alunos de casa em casa para o treinamento e rompiam a aurora jogando capoeira no terreno baldio do Bairro Parque Amazonas.

Este grupo durou cerca de um ano de funcionamento, chegando se extinguir por falta de maturidade dos seus integrantes. O professor Antonio dos Reis Machado, não se deixa abater e cria o Grupo Cordão de Ouro.
 
Foto - Antonio dos Reis Machado (Mestre Pinta).
Este com capoeiras já com alguma experiência egressos de outros grupos também extintos na cidade, mas também não dura muito e também é extinto.

Em 1986, O Sr. Antonio dos Reis Machado, muda com sua família do bairro Santos Dumont, chegando a residir no Bairro da Areia e lá vai ensinar capoeira no antigo CSU (Centro Social Urbano), situado na BR 316, onde hoje funciona o CAPS (Centro de Atenção Psiquiátrica de Bacabal) e também no antigo Clube Recreativo Icaraí, hoje desativado, situado no Centro da Cidade.
 
Foto - Antonio dos Reis Machado (Mestre Pinta).
Em 1987, o Sr. Antonio dos Reis Machado, conhecido na época como Profº Pinta, era graduado como Aluno Formado, e no mesmo ano fundou a Escola de Capoeira Zâmbi, com o objetivo de buscar uma formação sólida para a sua equipe e desenvolver a capoeira na cidade.

A Escola de Capoeira Zambi, funcionava no prédio onde outrora existia uma creche denominada “creche casulo”, situada na Rua 10, Casa 77, no Bairro Vila São João, na cidade de Bacabal-MA. A Escola de Capoeira Zâmbi, no seu período inicial, funcionava com oficinas/aulas de Capoeira e Boxe. As oficinas de Iniciação à capoeira, aconteciam no horário das 19: às 20:30 e das 21às 22:30Hs aconteciam as oficinas/aulas de Boxe.
 
Foto - Antonio dos Reis Machado (Mestre Pinta).
O trabalho foi evoluindo aos poucos e se firmando na comunidade, onde, diga-se de passagem, na época era muito preconceituosa. Mas o preconceito não foi motivo para desânimo e em 23 de Abril de 1988 a Escola de Capoeira Zâmbi, passa a ser chamada de Associação de Capoeira Zâmbi, após processo de formalização documental e mediante a publicação no Diário Oficial do Estado do Maranhão.


Desde então a instituição vem desenvolvendo um trabalho social através da capoeira ininterruptamente. Com o passar do tempo e pelo fato da instituição não ter uma sede própria devido a falta de recursos financeiros, a instituição já teve vários endereços, e, hoje está situada há 15 (quinze) anos no antigo prédio da Usina Glória, em frente à praça de Santa Terezinha S/N, Centro da cidade de Bacabal.

Texto e Fotos de Antonio dos Reis Machado (Mestre Pinta).

quinta-feira, 2 de junho de 2016

A Representação Regional do Nordeste do Ministério da Cultura comunica a suspensão do Cine É proibido cochilar em Pernambuco.

proibido
Informamos que devido às mudanças ocorridas na gestão da Representação Regional do Nordeste do Ministério da Cultura (RRNE/MinC), as atividades do Cine É proibido Cochilar, promovidas desde dezembro de 2012, foram suspensas por tempo indeterminado.
A iniciativa realizava a exibição de filmes nacionais com sessões gratuitas, sempre nas primeiras e terceiras quintas-feiras de cada mês. Desde o ano passado, o Cine É Proibido Cochilar contava com apoio da Casa do Patrimônio de Olinda, ligada ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN-PE).
Paula Mascarenhas - ASCOM (RRNE / MinC).

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Conselho Municipal de Cultura - emite nota sobre a DESCLASSIFICAÇÃO da iniciativa cultural da entidade GRUPO TEATRO DANÇA.




O COMCULT vem à público apresentar seu entendimento acerca da situação da desclassificação arbitrária da entidade Grupo Teatro Dança. 
Entendemos que a desclassificação em tela com o argumento sobre suposta irregularidade na documentação deveria ocorrer na fase de Habilitação. 
A referida entidade inscreveu uma iniciativa cultural que foi aprovada na comissão de Habilitação e recebeu nota 95,5 da comissão de Seleção e Classificação. 
Agora no fim do processe recebe a informação de que está desclassificada. Lamentamos que tais tipo de procedimentos ainda ocorram dentro da administração pública municipal junto a política cultural de São Luís. 
Informamos que o COMCULT apresentou parecer técnico à SECULT em que defende a manutenção da premiação da referida entidade bem como presta solidariedade aos representantes da entidade pela maneira pouco respeitosa com que foram tratados por funcionários da SECULT, reclamação recorrente entre artistas e fazedores culturais que frequentam a secretaria."


Atenciosamente


CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA DE SÃO LUÍS

sábado, 21 de maio de 2016

Após críticas, Michel Temer decide recriar Ministério da Cultura.

A posse de Marcelo Calero como ministro da Cultura será na terça-feiraFabio Rodrigues Pozzebom/Arquivo/Agência Brasil

Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil.
Após uma série de críticas de setores da sociedade e da classe artística, o Ministério da Cultura será recriado. A decisão do presidente interino Michel Temer foi confirmada pelo ministro da Educação, Mendonça Filho. O ministro da pasta será Marcelo Calero, que já havia sido escolhido para chefiar a área de cultura quando ainda se pensava nela como uma secretaria vinculada ao Ministério da Educação (MEC). A medida provisória que trata da recriação da pasta será publicada no Diário Oficial da União de segunda-feira (23). A posse de Calero está prevista para terça-feira (24).

A decisão foi tomada após uma conversa de Temer com Mendonça Filho. O presidente expôs sua vontade de recriar a pasta recém-extinta e pediu a opinião do ministro. Mendonça Filho, então, concordou. “É um gesto no sentido de serenar os ânimos e focar no objetivo maior: a cultura brasileira”, disse o ministro, em nota divulgada hoje (21) pelo MEC no Facebook.

Na mesma nota, Mendonça Filho confirmou o nome de Calero como ministro. “Com Marcelo Calero, vamos trabalhar em parceria para potencializar os projetos e ações entre a educação e a cultura”. Calero chefiava, desde o ano passado, a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Ele tem 33 anos e ingressou na carreira diplomática no Itamaraty em 2007.

Críticas e pressão da classe artística - Desde que assumiu interinamente a Presidência da República, em 12 de maio, e anunciou a extinção do Ministério da Cultura, Temer recebeu críticas de personalidades e grupos ligados à produção cultural. No dia de sua posse como ministro, Mendonça Filho chegou a garantir uma política cultural forte, mesmo com a fusão da Cultura e do MEC. “Você pode ter dois ministérios com pouca força e também pode ter duas áreas fundamentais como cultura e educação andando mais fortalecidas”, disse na ocasião.

Mesmo após as declarações, as críticas continuaram, e a pressão pela volta do Ministério da Cultura não diminuiu. Durante encontro com servidores da Cultura, no dia 13 de maio, Mendonça Filho foi vaiado. “Me explica, por favor, como acaba um ministério sem falar com servidor”, gritavam em coro. Durante o seu discurso, o ministro foi interrompido várias vezes pelos protestos.

Na Bahia, também houve atos contrários à extinção do ministério. Manifestantes ocuparam o escritório do Ministério da Cultura em Salvador. Cineastas brasileiros também criticaram a extinção do ministério no tradicional Festival de Cannes. “A extinção do Ministério da Cultura deixou todo mundo em alerta, a gente não faz ideia do que pode vir por aí, e os sinais que têm chegado a nós não têm sido bons”, preocupou-se o cineasta pernambucano Fellipe Fernandes, que exibiu seu curta, O Delírio É a Redenção dos Aflitos, no festival francês.

Edição: Juliana Andrade

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Seppir lança livro sobre a trajetória e principais conquistas da Política de Promoção da Igualdade Racial.

As principais informações sobre a Política de Promoção da Igualdade Racial estão disponíveis na publicação online SEPPIR - Promovendo a Igualdade Racial Para um Brasil Sem Racismo. O livro foi elaborado pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos e traz dados sobre o que foi realizado ao longo dos últimos treze anos, desde a criação da Seppir, em março de 2003.
(clique aqui ou na imagem para fazer o download do livro)
 A Seppir, considerada um marco na institucionalização do tema na agenda das políticas públicas, surgiu com a tarefa de discutir as questões relativas à população negra para promover políticas, nas mais diferentes áreas, voltadas à promoção da igualdade racial, passando necessariamente pelo enfrentamento ao racismo, e também pela criação de mecanismos que assegurem o acesso dos negros e negras às diversas esferas da vida social.
O trabalho realizado desde então trouxe mudanças expressivas, revelando uma trajetória de intervenções positivas do Estado brasileiro frente ao tema, a exemplo das políticas de ações afirmativas, que já demonstraram ser capazes de impulsionar as bases da construção da igualdade racial e de assegurar a inclusão de importante parcela dessa população, correspondente a cerca de 54 milhões de brasileiras e brasileiros.
A publicação revela como essa política foi construída pelo governo federal, em resposta à antiga reivindicação do Movimento Negro, e as conquistas mais importantes da agenda de 2003 até os dias atuais. O livro inclui entrevista com a ministra das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos, Nilma Lino Gomes, e do secretário de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Ronaldo Barros. A publicação também traz entrevistas com os ministros que estiveram à frente da pasta, incluindo Matilde Ribeiro, Edson Santos, Elói Ferreira e Luiza Bairros.