sábado, 2 de maio de 2015

Acre. Cinema indígena recupera cultura e afirma identidade.

Por Rose Farias em 19/04/2015.

Zezinho Yube nas telas do cinema indígena (Foto: Divulgação)
Com um acervo de documentários premiados em festivais nacionais e internacionais, os realizadores indígenas no Acre se debruçam sobre a tecnologia digital, produzindo obras que se constituem em rico patrimônio material e intelectual.

Os filmes são utilizados por esses povos para narrar as práticas cotidianas de sua cultura com os rituais de danças, cantos e espiritualidade, além de servirem como recurso didático nas escolas indígenas e mostrarem a sua luta.
O cineasta Zezinho Yube, hunikui da Terra Indígena Praia do Carapanã, aldeia Mibayã, no Rio Tarauacá, tem nove filmes produzidos e premiados em vários festivais. Yube é assessor especial dos Povos Indígenas do governo do Estado.
Cena do documentário “A gente luta mas come fruta” (Foto: Vídeo nas Aldeias)
O primeiro contato de Yube com o cinema foi com a oficina do projeto Vídeo nas Aldeias, dirigido pelo cineasta Vicent Carelli. Dois anos depois da segunda formação, o cineasta fez seu primeiro documentário, fruto da oficina “Xinã Bena, Novos tempos”.
Zezinho utiliza o cinema-documentário para narrar as histórias sobre a origem de seu povo, a sua cultura e o cotidiano nas aldeias. “Muitas danças, cantos e rituais que nosso povo fazia antes, e que haviam sido adormecidas devido aos processos de correrias e escravidão que passamos, foram revitalizados pelos registros audiovisuais. Meu pai sempre diz que se a gente tivesse esse recurso da tecnologia tempos atrás a gente poderia ver como era a vida há 100 ou 200 anos”, ressaltou.
Para Yube o cinema, além de servir como registro da cultura dos povos indígenas, é um instrumento para fins políticos. “Nas narrativas está contida a nossa luta para mostrar para a sociedade, os não indígenas e outros outros povos indígenas que existem várias culturas diferentes”, comenta.
O cineasta dirigiu os documentários: “Bimi, Mestra de Kenes”, “Já me transformei em imagem”, “Katxa Nawá”, “Troca de Olhares”, “Uma escola Hunikui”, “Xinã Bena, Novos tempos”, “Manã Bai, a história do meu pai” e “Kene Yuxi, as voltas do Kene”.
O cinema na escola indígena
Para o cineasta e professor indígena Issac Piyãko (ashaninka) o cinema possui um importante significado quando utilizado sob forma de narrativas nas escolas, como recurso didático. “Cada vez que fazemos um trabalho em vídeo e mostramos ao nosso povo é um enriquecimento muito grande: olha, isso aconteceu daquela maneira, hoje está acontecendo deste jeito. Os próprios alunos que estão estudando, que veem a gente falar do mundo, da vida, das pessoas, no vídeo, eles sabem o que aconteceu, o que está acontecendo e o que pode vir a acontecer”.
Issac Piyãko é autor do documentário “A Gente Luta Mas Come Fruta”, juntamente com o irmão Wewito Piyãko. O filme foi vencedor do prêmio Panamazônia ActionAid 2007 como melhor produção audiovisual.
Cena do documentário “A gente luta mas come fruta” (Foto: Vídeo nas Aldeias)
Com 40 minutos, o documentário descreve o manejo agroflorestal realizado pelos ashaninka da Aldeia Apiwtxa no Rio Amônia, Acre. No filme eles registram, por um lado, seu trabalho para recuperar os recursos da reserva e repovoar seus rios e suas matas com espécies nativas e, por outro, a luta contra os madeireiros que invadem sua área na fronteira com o Peru.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Extra, Extra. Festa no Coroadinho, Zeus retornou pra casa.

Deu no Coroadinho Geral. Recomeço Feliz: Encontramos ZEUS.
Esta semana uma família apelou a mídia alternativa na esperança de localizar Zeus, leia a matéria...

PROCURA-SE:  ZEUS. GRATIFICAÇÃO PARA QUEM ENCONTRAR.
Cachorrinho Zeus - O desaparecido.
Quantia é oferecida para quem achar cãozinho sumido ontem pela manhã.  O cachorro peludo de cor branca sumiu ontem pela manhã das proximidades da feira do Bairro, no Coroadinho.

A dona, Nanda Naiva, está oferecendo uma quantia de R$ 200,00 para quem encontrar e devolver o animal. O bicho dócil atende pelo nome de Zeus.

Informações, entrar em contato pelos telefones: 9__-1147\9___-0103 ou 9____-0614.

Ou ainda direto no endereço: Av. Amália Saldanha, n°____, Pet Shop Qualiytem, em frente à farmácia Menor Preço.

ZEUS - O Mais Querido.
"Agradeço à todos pela ajuda e apoio", diz feliz da vida a dona do cãozinho, que estava sumido desde o início da semana. O bichinho já está em casa, fazendo a alegria da família.
Finalmente, a família conseguiu encontrar o pequeno Zeus, que apesar de nome mitológico, é bem dócil e indefeso, garante a dona. E não poderia ser diferente. O cãozinho da raça Poodle parece gostar mesmo de aventura. Ele estava desaparecido desde o início da semana e tirando o sono da dona, a auxiliar administrativa Nanda Naiva, moradora do Coroadinho. Ela conta da alegria de reencontrar o cachorrinho e agradece à todos que estavam na torcida pelo "final feliz" dessa história, que virou publicação aqui no CG.
"Agradeço de coração pela ajuda e apoio. Estamos em festa. Nosso príncipe voltou. Obrigada. Nossa familia está completa. Obrigada à todos pelo apoio. Encontramos o Zeus".
Mas não foi tão fácil assim obter o bichano de volta. "Ele estava em uma casa não muito longe. A dona da casa não quis devolver. Mas pagamos e ela entregou. Ele estava muito triste, quando me viu, veio correndo pra mim", disse a Nanda, feliz da vida.
Depois de uma sessão de fotos, o Zeus tomou aquele banho quentinho e já está deitado, descansando, despreocupado da vida. Nunca uma 'história animal' tinha sido contada aqui com tantos detalhes. Agitou a semana.
Aos dois, merecido feriado!
Ah, mas não pára por aí! Ainda tem um fato que também merece ser contado. Veja o destaque:
- Nós tiramos ele da rua, ele foi abandonado porque está doente. Encontramos ele e deixamos na loja onde trabalhamos com animais, para caso o dono fosse procurar por ele. E o antigo dono nunca apareceu. Segundo os exames, ele já tem quatro anos. Se tornou meu filho, meu amigo, meu companheiro. Pelo fato de ter sido abandonado, e estado muito doente, ele precisa de cuidados especias - revelou a cuidadora do pequeno Zeus.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Ministro Juca Ferreira e o Senador Roberto Rocha, debatem a reformulação da Lei Rouanet. IBGE aponta que a economia cultural já é quase 6% do PIB.



"O IBGE aponta que a economia cultural já é quase 6% do PIB. É importante estimular e criar a infraestrutura necessária para o desenvolvimento da cultura e pensá-la como política pública central no projeto de desenvolvimento do país. 

Toda cidadã e cidadão tem direito à cultura e tem que haver um esforço da sociedade pra garantir isso. A democratização do acesso a bens e serviços é fundamental, é preciso criar condições para que as pessoas, 

independente da classe social, tenham acesso pleno à cultura", afirma o ministro da Cultura, Juca Ferreira, em audiência pública no Senado para apresentar os desafios do MinC. Durante sua fala, o ministro abordou temas como o ProCultura, a Política Nacional para as Artes, a PEC 150 e a regulamentação da profissão de artesão.

terça-feira, 28 de abril de 2015

PNUD: Edital busca pequenos projetos indígenas para receber até 40 mil reais.

A chamada é destinada às associações indígenas, indigenistas/ou socioambientalistas, que tenham experiência e atuação nas áreas de referência do Projeto GATI e que estejam formalmente constituídas. A data limite para o envio das propostas é 11 de maio de 2015.
Foto: FUNAI
Com o objetivo de apoiar propostas que promovam ações de conservação da biodiversidade e a melhoria da qualidade de vida dos povos indígenas, o Projeto Gestão Ambiental e Territorial Indígena (GATI) e o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN) lançaram, no começo de abril, um edital para contratação de pequenos projetos indígenas no valor de de até 40 mil reais.
A chamada é destinada às associações indígenas, indigenistas/ou socioambientalistas, que tenham experiência e atuação nas áreas de referência do Projeto GATI e que estejam formalmente constituídas. A data limite para o envio das propostas é 11 de maio de 2015.
As propostas poderão ser de até 40.000 reais e deverão demonstrar que seus objetivos e atividades fazem parte de um processo de construção coletiva, dialogando com as prioridades levantadas nas comunidades ao longo da execução do Projeto GATI. Igualmente, as propostas poderão fortalecer ações em curso nas comunidades, desde que o caráter ecossocial das mesmas estejam devidamente fundamentados.
A iniciativa é fruto da celebração de Carta Acordo entre o Projeto GATI/Fundação Nacional do Índio (Funai), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o ISPN, no âmbito do Programa de Pequenos Projetos de Gestão Ambiental e Territorial Indígena, o PPP-GATI, com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente Mundial (GEF).
Saiba mais em: http://bit.ly/1GpsMw8.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Filme "Branco sai, preto fica" é premiado no Festival Internacional de Cinema do Uruguai.

Longa de Adirley Queirós ficou com o prêmio de melhor filme do evento.

O filme brasileiro "Branco sai, preto fica", de Adirley Queirós, foi o grande vencedor do 33º Festival Internacional de Cinema do Uruguai, que se encerrou no último domingo, 12 de abril, na capital Montevidéu. 
O longa ficou com o prêmio de melhor filme na Competição Internacional de Longas-Metragens.
O filme se passa na periferia de Brasília, onde um tiroteio em um baile de black music deixa dois homens feridos. Um terceiro homem vem do futuro para investigar o acontecido e provar que a culpa é da sociedade repressiva. 
Ao consagrar o filme por unanimidade, o júri oficial do evento salientou "a ousadia, a poderosa narrativa e a enorme originalidade" da obra, destacando a fusão de gêneros entre documentário e ficção científica.

"Branco sai, preto fica" tem distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes e continua em cartaz em 10 cidades. Confira aqui onde o filme está em exibição.

Assista ao trailer oficial de "Branco sai, Preto fica", de Adirley Queirós:


sexta-feira, 10 de abril de 2015

Músicas na Ditadura Militar.

Durante a ditadura civil-militar brasileira, a liberdade de expressão foi cerceada, com a prática da censura. Nesse período, muitas músicas se tornaram hinos e verdadeiros gritos de liberdade aos cidadãos e cidadãs oprimidos e sem possibilidade de se expressar como desejavam. 

Com letras complexas, criativas e cheias de metáforas, elas faziam críticas que traduziam tudo o que sentiam. Mas também é preciso lembrar que há músicas deste período que foram duramente criticadas, pois eram fortemente alinhadas com a propaganda oficial da ditadura. É o caso de “Eu te amo, meu Brasil”, de Dom e Ravel, que ficou conhecida como um verdadeiro hino do regime civil-militar.

Neste momento, em que diferentes setores da direita brasileira, por meio de métodos autoritários e golpistas, afrontam a democracia e o Estado de Direito, desqualificam a atividade política para continuar beneficiando uma elite social que favorece os interesses dos grandes rentistas, atacam frontalmente o governo da presidenta Dilma, que venceu as eleições livres com 52% dos votos, é muito importante que a discussão sobre a conjuntura nos diretórios, núcleos e mandatos do partido seja retomada e ampliada com o vigor necessário. 

Nosso objetivo é fortalecer a capacidade de leitura, interpretação, elaboração de nossos/as militantes, filiados e filiadas, contribuindo para uma forte ofensiva política voltada ao diálogo com a sociedade e à ação política do PT em cada lugar.

Para isso, a Escola Nacional de Formação do PT está produzindo o “Em Pauta Conjuntura”, que apresenta roteiros para leitura de artigos divulgados no portal do PT Nacional, no Portal da Fundação Perseu Abramo, no site da liderança da bancada do PT na Câmara Federal, no site do PT no Senado, no portal do Instituto Lula e em portais e blogs de esquerda e progressistas, sempre que os artigos contribuírem para a compreensão de temas importantes para o País em coerência com a política do PT. O boletim será diário e distribuído pela Secretaria Nacional de Organização.

Com estas ações, podemos criar um ambiente ideal para ampliarmos a nossa mobilização em cada cidade do Brasil. Esta é uma vantagem que nenhum outro partido possui. Precisamos trazer os nossos mais de 1,7 milhão de filiados e filiadas para a disputa política.
Clique aqui e confira as orientações e o roteiro para a realização dos debates!

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Músicas na ditadura
Durante a ditadura civil-militar brasileira, a liberdade de expressão foi cerceada, com a prática da censura. Nesse período, muitas músicas se tornaram hinos e verdadeiros gritos de liberdade aos cidadãos e cidadãs oprimidos e sem possibilidade de se expressar como desejavam. Com letras complexas, criativas e cheias de metáforas, elas faziam críticas que traduziam tudo o que sentiam. Mas também é preciso lembrar que há músicas deste período que foram duramente criticadas, pois eram fortemente alinhadas com a propaganda oficial da ditadura.  É o caso de “Eu te amo, meu Brasil”, de Dom e Ravel, que ficou conhecida como um verdadeiro hino do regime civil-militar.

Além disso, os festivais de MPB, promovidos pela TV Excelsior e, posteriormente, pela TV Tupi, auxiliaram na divulgação das canções, que faziam uma crítica metafórica à falta de liberdade, tornando-as ainda mais populares. Recomendamos, nesse sentido, o documentário Uma noite em 67, que retrata o festival de música realizado neste mesmo ano!

Para relembrar essas canções, a Escola Nacional de Formação do PT também indica uma lista com 40 músicas produzidas durante o governo civil-militar:


2. Apesar de você, de Chico Buarque

3. Cálice, de Gilberto Gil e Chico Buarque

4. O bêbado e a equilibrista, de João Bosco e Aldir Blanc

5. Opinião, de Zé Keti

6. Vai passar, de Chico Buarque

7. Carcará, de João do Vale e José Cândido

8. Sinal fechado, de Paulinho da Viola

9. Alegria, alegria, de Caetano Veloso

10. Roda viva, de Chico Buarque

11. Viola enluarada, de Marcos Vale e Paulo Sérgio Vale

12. Coração de estudante, de Wagner Tiso e Milton Nascimento

13. Disparada, de Téo de Barros e Geraldo Vandré

14. É proibido proibir, de Caetano Veloso

15. Eu te amo, meu Brasil, de Dom e Ravel

16. Marcha da quarta-feira de cinzas, de Carlos Lira e Vinícius de Moraes

17. Pesadelo, de Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós

18. Soy loco por ti América, de Torquato Neto, Gilberto Gil e Capinan

19. Tô voltando, de Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro

20. Acorda, amor, de Leonel Paiva e Julinho da Adelaide (Chico Buarque)

21. Angélica, de Chico Buarque e Miltinho

22. Aquele abraço, de Gilberto Gil

23. Canção da América, de Milton Nascimento

24. Cartomante, de Ivan Lins e Vítor Martins

25. Charles Anjo 45, de Jorge Ben Jor

26. Divino, Maravilhoso, de Gilberto Gil e Caetano Veloso

27. Domingo no parque, de Gilberto Gil

28. Fé cega, faca amolada, de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos

29. Jorge Maravilha, de Julinho da Adelaide (Chico Buarque)

30. Menestrel das Alagoas, de Milton Nascimento e Fernando Brant

31. Menino, de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos

32. Meu caro amigo, de Chico Buarque e Francis Hime

33. O que será (À flor da pele), de Chico Buarque

34. País tropical, de Jorge Bem Jor

35. Pátria amada idolatrada, salve, salve, de Geraldo Vandré e Manduka

36. Ponteio, de Edu Lobo e Capinan

37. Procissão, de Gilberto Gil

38. Sociedade alternativa, de Raul Seixas e Paulo Coelho

39. Canção do subdesenvolvido, de Carlos Lyra e Francisco de Assis

40. Upa, neguinho, de Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri

Clique aqui e confira outros conteúdos do Em Pauta Conjuntura!

segunda-feira, 6 de abril de 2015

São Luís - Juíza Oriana Gomes da Corregedoria de Justiça quer regularizar a Cidade Olímpica, uma das maiores ocupações da América Latina.

Foto - BCN Notícias.

Grande Ilha - Uma reunião entre a Corregedoria da Justiça do Maranhão e a Secretaria de Cidades, marcou o início de um audacioso projeto que pretende regularizar aproximadamente 50 mil propriedades no Bairro Cidade Olímpica, localizado em São Luís. Os trabalhos do encontro foram coordenados pela juíza corregedora Oriana Gomes, que está à frente do projeto de regularização fundiária da Corregedoria.

A região da Cidade Olímpica, considerada uma das maiores ocupações irregulares da América Latina, tendo sido constituída ainda na década de 1980, juntamente com bairros adjacentes. Conforme explicou a juíza, a finalidade agora é conceder título individual de propriedade, já que uma proposta anterior buscava garantir apenas o título coletivo aos moradores.

Oriana Gomes informou que o trabalho conjunto vai garantir cidadania a milhares de pessoas, que terão o título de propriedade definitivo. “O Estado vai arcar com despesas da emissão de escrituras e a Corregedoria também vai garantir a isenção dos custos com base em disposições legais”, explicou.

A juíza garantiu que a Ilha de São Luís já está em situação avançada em relação à regularização de áreas que pertencem aos entes públicos, mas que estão há décadas ocupadas de forma precária pela população.  

Expansão – Oriana Gomes disse que esta é mais uma iniciativa do amplo projeto de regularização fundiária que acontece em vários municípios do Estado. Ela citou como exemplo as ações já realizadas nos bairros Coroado e Coroadinho e adiantou que Anjo da Guarda também será alvo do projeto, ação para a qual já foi formalizado termo de cooperação com a Prefeitura de São Luís e Governo do Estado.

Segundo afirmou a magistrada, já há previsão para que o projeto chegue, também, às cidades de Grajaú, Mirinzal e Guimarães.

Audiência – No próximo dia 10, Oriana Gomes e uma equipe da Corregedoria estarão em Santa Inês promovendo uma audiência pública para tratar da regularização fundiária daquele município. Participarão do evento representantes dos poderes Executivo e Legislativo, cartorários, órgãos ligados ao tema e a população local.